Já disponível o Relatório Global Food and Drink Trends 2017.

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Novas tendências globais para a indústria alimentar. Valorizar os produtos tradicionais feitos à mão para que os consumidores os possam apreciar será uma tendência, procurando uma diferenciação dos produtos de fabrico industrial muito mais acentuada.

Aumento na utilização de plantas, inovações baseadas nos vegetais que proporcionam novas direções para os produtos ou categorias existentes, projetos de biotecnologia e de inteligência artificial para conseguir produtos com bouquet de leite ou carne, mas de origem vegetal, que não só interessam a vegetarianos como também aos restantes consumidores.

Produtos em que o tempo de preparação seja mais rápido; que permitam uma redução de uma das etapas do processo ou se possa evitar a lavagem subsequente dos objetos utilizados – os consumidores preferem ter um melhor equilíbrio entre o tempo gasto a comer e o tempo dedicado à preparação dos alimentos.

Selecionar comidas preparadas apenas para certas horas do dia, por exemplo, 30% dos canadianos dão uma maior importância ao momento do pequeno-almoço.

Ter acesso ao consumo de alimentos nutritivos e saudáveis ​​de imediato – as empresas com serviços de entrega terão um grande crescimento.

Produtos especiais para comer antes de ir dormir, partilhando o espaço com as infusões estarão outros alimentos que pretendem agregar valor, por exemplo, pão com baixo teor de hidratos de carbono para comer à noite, produtos de elevado valor proteico, snacks de iogurte com uma fórmula que ajuda os atletas a recuperarem durante o sono.

Procura-se o equilíbrio da balança entre bebida e saúde para todo o mundo, a comida saudável não deve ser um luxo, no futuro as vantagens apresentadas no aproveitamento dos resíduos dos alimentos leva a uma ampla variedade de soluções para uma variedade de indústrias.

Se pretender obter mais informações clique no link seguinte e consulte o relatório de Mintel Global Food and Drink Trends 2017

Novas regras relativas à rotulagem dos produtos vegans ou vegetarianos.

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O Ministério da Agricultura e Pescas, Alimentação e Meio-Ambiente chegou a um acordo contra a utilização indevida de menções e denominações de venda próprias dos produtos à base de carne na rotulagem de produtos vegans ou vegetarianos. Este acordo foi bem recebido pelos industriais do setor dos produtos à base de carne, valorizando da mesma forma a norma dos derivados deste tipo de produtos, em que a composição de cada um é determinada para poder ser denominada de Mortadela, Picado, Chouriço…

Dietas sem glúten. Qual o conhecimento dos consumidores?

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O número de celíacos está a crescer em Espanha: estima-se que existam cerca de 450.000 pessoas diagnosticadas com doença celíaca, existem contudo mais pessoas com sintomas, mas que não foram especificamente diagnosticadas.

Existe atualmente uma vasta gama de produtos sem glúten que regista um aumento de 150% em todos os supermercados. A verdade é que muitos desses produtos não são suscetíveis de conter glúten, por isso nem dantes, nem agora, representam qualquer problema para celíacos.

A informação apresentada nos rótulos teve consequências positivas para quem sofre do problema, mas também tem gerado confusão por conter a mensagem indireta de que é aconselhável comer produtos sem glúten.

Toda a gente deve comer bem e de forma equilibrada, se uma pessoa não é intolerante ao glúten deve comer de tudo, mas em quantidades moderadas.

Atualmente os celíacos devem aproveitar as informações fornecidas nos rótulos dos fabricantes, selecionando produtos sem glúten que também têm outras qualidades organoléticas.

A principal preocupação de um celíaco não é com os fabricantes que comercializam os seus produtos com rotulagem correta, mas com a contaminação cruzada que pode ocorrer em restaurantes, hotéis, bares, onde são utilizadas matérias-primas com glúten.

Existe atualmente uma consciência crescente nestes estabelecimentos e tentarem elaborar menus personalizados e informativos para pessoas com doença celíaca pode ser uma experiência positiva e fidelizar o cliente.

Aparecem recomendações de dietas sem glúten para pessoas que não têm quaisquer problemas de intolerância, com a justificação de que melhoram a digestão e o controlo do peso, mas tenha cuidado porque a pastelaria industrial é geralmente pesada dado as suas calorias e/ou gordura e não porque contém glúten, por isso não é aconselhável comer pastelaria industrial com ou sem glúten. “O veneno não faz a dose”.

Nos Produtos Pilarica 100% das nossas referências são sem glúten, muitas delas não são suscetíveis e são todas submetidas a um rigoroso controlo para podermos apoiar todos os nossos clientes.